Agosto Lilás e a qualidade de vida no trabalho

Agosto Lilás que se refere ao mês em combate a violência contra Mulher

De acordo com Brasil (2006), a Lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, que muito significativamente recebeu o nome da Lei Maria da Penha, homenagem à mulher que foi vítima da violência doméstica. Ela porem não se calou e seguiu seu trabalho, transformou o seu repúdio em uma razão para viver e para lutar pela dignidade humana e pela justiça social. A violência doméstica ainda atinge dois milhões de mulheres por ano. Uma brasileira a cada 15 segundos sofre com as atrocidades domésticas e estas barbaridades deixam marcas que interfere no contexto destas mulheres. Esta indivídua ainda tem que cumprir o seu papel de” dona de casa” e sua vida profissional junto ao trabalho. As vivencias de prazer ou de sofrimento no trabalho, expressas por meios de sintomas específicos relacionados a este contexto familiar e sua própria estrutura de personalidade.

Podemos compreender, com base em (HELOANE; LANCMAN 2005). Cita o “trabalho” como um elemento central na construção da saúde e identidade dos indivíduos, e que sua influência transcende o tempo da jornada de trabalho propriamente dita, e se estende para toda a vida familiar e tempo do não-trabalho.

Desta maneira, a psicóloga Lilia Cristina Carvalho Santos Constantino, do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) de Mateiros/TO, por meio da Secretaria de Assistência Social de Mateiros/TO, no dia 17 de agosto, realizaram um processo de intervenção junto as colaboradoras, através uma “Roda de Conversa, em comemoração ao Agosto Lilás, que se refere ao combate a violência contra a mulher. ”           Esta intervenção foi destinada ao grupo de Servidoras do Município de Mateiros- TO. Cujo, o objetivo foi direcionado a sensibilizar sobre qualidade de vida da mulher no trabalho referente ao enfrentamento à violência doméstica e familiar inserido na Lei “Maria da Penha”. Com ênfase do trabalho na construção da identidade da mulher e trabalhadora.

A “Roda de Conversa, ” uma intervenção que contribuiu de forma positiva, levando as servidoras a refletir sobre as sequelas das violências domésticas na qualidade de vida no trabalho, isto é, as vivências de prazer-sofrimento no trabalho, na sublimação como estratégia de enfrentamento, assim desenvolver a capacidade de resolver contradições dialéticas, potencializando suas qualidades enquanto mãe, mulher, esposa, filha e trabalhadora. (KAMKHAGI, 1991, p. 206).

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